quarta-feira, 30 de dezembro de 2009

Freedom's Fury

Lembrei de outro documentário sensacional sobre esportes: Freedom's Fury (Fúria pela Liberdade). Basta apresentar os ingredientes para imaginar a receita pronta: Jogos de Melbourne, 1956, Pólo Aquático. Hungria versus União Soviética, cujo exército, dali a menos de dois meses, tinha invadido o país da seleção adversária e insuflado o espírito nacionalista de orgulho ferido. O jogo se tornou uma verdadeira batalha simbólica, conhecida depois como Blood in the Water (Sangue na Água)...

P.S.: A carga de estrutura dramática desses documentários é absurda!

Black Magic

Estive brigado com o basquete desde os quatorze anos. Black Magic, um documentário de Dan Klores, me emocionou profundamente e me fez apaixonar-se, como nunca antes, pela história do basquetebol norte-americano. Mais especificamente, o basquetebol negro. Uma verdadeira aula de história, sociologia, psicologia, antropologia, cinema e cultura popular...

P.S.: A propósito, cabe o registro: hoje, exatamente, se comemoram os 32 anos de aniversário da 600ª vitória de Clarence "Big House" Gaines como técnico de basquetebol. Se o homem ao menos tivesse uma oportunidade de cumprir 50 anos e, quem sabe, a 1000ª vitória na Winston-Salem...

terça-feira, 18 de agosto de 2009

12 motivos para ainda acreditar no Timão

Obs.: Coisa de corintiano, ainda acreditar no campeonato? Claro! Apenas peço que me perdoem e compreendam: a longa ausência neste blog me fez sentir falta de interpretar de novo meu time querido, que, afinal, é compreensivelmente a parte do futebol que realmente acompanho...



1. Mano Menezes
O sucesso ininterupto desse gaúcho competentíssimo vem de muito antes de ele. Vem de outro mosqueteiro, conterrâneo seu, o Grêmio: campeão da Série B em 2005, de lá para cá, Mano só evoluiu com aquele time limitado (mais do que o Corinthians), chegando ao Vice-Campeonato da Libertadores! Parece até que as experiências boas e ruins, daquelas em que o aprendizado vale muito mais que o título em si, ele já passou e dispensa, como esperam os corinthianos supersticiosos. APrece mesmo, até porquê o time foi...

2. Campeão três vezes consecultivas
Com um técnico desses e desde a campanha duvidosa no Campeonato Paulista em 2008, o Corinthians acumulou três campeonatos consecultivos - a Série B, o Paulista e a Copa do Brasil. Em outras palavras, levou todos os campeonatos que disputou. Não é de se desprezar um retrospecto tão recente como esse, em especial quando o líder é o arquirrival Palmeiras - o mesmo que começou arrasando no Paulista e parou nas semifinais, para o nada-mais-que-razoável Santos...

3. O time vem se acertando
A sequência de derrotas gerou um prejuízo considerável na tabela, mas a cada jogo se via um time melhor em campo. Não merecia perder para o Náutico; e o único gol sofrido contra o Flamengo, embora tenha sofrido muito por boa parte do jogo, foi fortuito. Lesões, desmanche e desconcentração vieram na hora certa; o meio do campeonato. A depender da sequencia, é esse o ponto de virada, quando da ameaça de crise o time consegue responder dentro de campo: como um 2 a 0 pra cima do Galo, um dos líderes do campeonato. Isso dá confiança para embalar uma nova seqüência, dessa vez positiva, através do desempenho de jogadores como Jucilei, uma dessas promessas duvidosas de Mano Menezes, que é hoje a grande revelação do time.

4. Reforços promissores
Não se pode dizer que a ausência de André Santos, Cristian e Douglas sejam desprezíveis. Tanto que, com tão poucos desfalques, o time perdeu muito de seu rendimento e ficou cinco rodadas sem vencer. Mas agora que há espaço enquanto o time se reconfigura, parece mais do que oportuna a entrada de novidades como Edu, Ralph, Defederico... Alguns boatos deram conta de Riquelme, Lucas, Tévez e outros nomes do maior quilate (se qualquer um deles fizesse mais que isso e chegasse, enfim, seria sensacional!), mas quem sabe, até um Bill não será suficiente quando mais se precisar dele!?

5. Souza, e não Vágner Love
Eu nunca fui fã do futebol do Souza. Sinceramente, só consigo entender sua contratação pelo Corinthians sob uma ótica: a capacidade incrível de Mano montar ótimos times tirando o fino de jogadores razoáveis. E não consigo, em hipótese alguma, entender como ele pode ter o segundo maior salário do grupo, só perdendo pro Fenômeno! Mas a sua permanência na equipe é muito mais positiva, em termos coletivos e, portanto, definitivos, do que a chegada de uma estrela cheia de si, um possível problema para o alvinegro. Um guerreiro como Herrera faz muita falta, sem dúvida; mas, antes, meio Souza na mão do que um Vágner Love voando... (como fez na seleção, por exemplo!)

6. Dentinho e Dentão
Um estava marcado pela mídia desde o final do ano passado para ser vendido ao exterior; o outro, nem se imaginava pisando no Parque São Jorge há dez meses. Um vem se encorpando, em músculos e futebol, caminhando talvez para ser (aposta minha) um dos grandes jogadores da seleção em alguns anos; outro vem perdendo barriga, cintura e (não duvide, em breve) cabelos para voltar à velha forma, agilidade, velocidade, habilidade... azeitada, pode ser uma das mais letais duplas de ataque do Brasil - isso sem contar ainda, por exemplo, com a presença de um surpreendentemente útil Jorge Henrique!

7. A Defesa
William e Chicão formaram um miolo de zaga praticamente invencível por um ano e meio. Só fraquejaram quando podiam, no Brasileirão, logo depois da conquista da Copa do Brasil. Some-se um lateral direito eficiente como Alessandro - considerado por Mano Menezes o jogador mais importante daquela campanha vitoriosa. Se Sylvinho chegar para a esquerda, então, o time terá possivelmente sua melhor defesa na década.

8. Dentinho e Dentão
Um estava prometido à venda pela mídia desde o fim do ano passado; o outro nem se imaginava pisando no gramado do Parque São Jorge há dez meses. Um está "encorpando" - os músculos e o futebol; o outro, já perdeu barriga, cintura e tudo que tem direito para melhorar na agilidade, na explosão, na habilidade... azeitada, não seria uma das duplas mais fatais do ataque brasileiro? Isso se não contarmos com um surpreendente Jorge Henrique mais uma vez!

9. A Crise Econômica
Com a janela se fechando, já ficou evidente que a possível redução no êxodo de jogadores brasileiros para o exterior não se confirmou, mesmo com a Crise Econômica Mundial. Manchester City e Real Madrid que o digam! Como, a palavra "desmanche" foi rapidamente relacionada ao Timão e, ainda mais, a seu presidente - Andrés "Desmanchez" Sanchez. Fim do Mundo? Não; ao contrário: houve um efeito aparentemente prejudicial que pode ajudar o título na campanha do Brasileiro - sem toda aquela euforia fenomenal do começo do ano, quando se pretendeu cotas de patrocínio e jogadas de marketing grandiosas, o time pôde se concentrar mais no lado esportivo do futebol - e a toada segue essa!

10. Mais candidatos ao título
Ao contrário dos últimos anos, a disputa pelo título anda mais acirrada. Com isso, Palmeiras, Goiás, Internacional, São Paulo e Atlético Mineiro, só para contar os candidatos imediatos ao título, tendem a roubar muitos pontos entre si, exigindo um sprint menos intenso dos times que vêm de trás.

11. Descompromisso
Aparentemente, a única aspiração do Timão para o Campeonato Brasileiro agora é o título. A vaga na Libertadores já está garantida e "Lutar contra o rebaixamento" é uma opção que até agora só aparece na lista dos torcedores adversários mais fanáticos (hoje, o Cruzeiro, finalista da Libertadores, tem de pensar com mais pavor nisso). Com essa desobrigação, o Corinthians só tem duas saídas: se conformar em encarar o resto do ano como preparação para o próximo ano (hipótese aparente com que trabalha Mano Menezes) ou, se o time embalar de vez...


12. "O Silêncio dos Inocentes"
Embalando de vez, o Coringa vai aos poucos pintar de penetra entre os líderes e chegar perto... Se não dá (ainda) para pensar em título, ao menos vai assustar. Desmanche, contratações e lipoaspirações fizeram algum barulho nas últimas semanas; mas a toada é mais sutil, parece ser mesmo essa, como diria nosso querido Tião Fiel (http://www.lancenet.com.br/blogs_colunistas/tiaofiel/):
"Jason? Hummm sou mais o Hannibal Lecter - O silêncio dos inocentes."

São Paulo é Jason?

J - Julho
A - Agosto
S - Setembro
O - Outubro
N - Novembro

Pode até ser; mas e Dezembro, quando se decidirá o campeonato? Será que o tricolor vai fraquejar mesmo na reta final!?

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* Anagrama inspirado em comentário de telespectador do (excelente) programa da ESPN Brasil, Linha de Passe (todas as segundas, às 21h): http://espnbrasil.terra.com.br/Linha%20de%20Passe

domingo, 8 de março de 2009

Já é!

Tem coisa mais corinthiana do que fazer um gol sofrido no último minuto de um dérbi contra o Palmeiras, justo o de empate, depois de correr todos os riscos possíveis e imagináveis de levar outro no contra-ataque!? Tem coisa mais fenomenal do que contrariar todas as expectativas de um suposto ex-jogador parado no meio da área, chutando de fora da área, driblando e ultrapassando os zagueiros, indo à linha de fundo e cruzando para o companheiro na marca do pênalti!?

É por isso que Ronaldo já é um ídolo corinthiano! Deixou de ser puro marketing ao fazer todas as suas poucas mas inegáveis jogadas de efeito. A prévia já tivemos no jogo contra o Itumbiara, pela Copa do Brasil; agora, foi a vez do fato: ninguém merecia mais um gol do que o R-9. Com o pouco que fez, o Fenômeno foi, de longe, o melhor do jogo.

Ronaldo jogou muito!

P.S.: O passe inexistente de Douglas para o artilheiro das Copas no último jogo, em Goiás, no fim das contas nem fez muita falta; afinal, foi o camisa 10 quem cruzou o único escanteio na medida para o Fenômeno...

sexta-feira, 20 de fevereiro de 2009

Douglas foi fominha, mas...

Houve um aspecto positivo no fato de o habilidoso meia não ter passado a bola para Ronaldo como todos esperavam: o time não pode depender do Fenômeno. Claro, isso não exclui a possibilidade de ele ter sido fominha, porquê foi - mas o sinal de que há quem assuma responsabilidades mesmo tendo o craque ao lado, no campo, por mais inoportuna que parecesse naquele instante, foi um alento.

Afora isso, todas as críticas e broncas que o camisa 10 corinthiano provavelmente recebeu - de companheiros de equipe, de jornalistas, dos filhos - já deve ser suficiente para evitar qualquer disputa estúpida de egos. Mesmo porquê a idéia de aparecer na foto da comemoração do primeiro gol de Ronaldo no Brasil depois de 15 anos, aparecendo para todo o mundo abraçado com o craque, basta para pensar em ser menos fominha da próxima vez. Mais ou menos como o 9 não foi, por voltas dos 43 minutos do segundo tempo, quando todos esperavam um chute improvável, mas arisco, do maior artilheiro das Copas...

domingo, 15 de fevereiro de 2009

Sobre alguns posts abortados

“É que há distância entre intenção e gesto...” Fado tropical (Chico Buarque e Ruy Guerra)


Ser jornalista é uma paga, mas há muito maior pena em frustrar-se no resultado do trabalho do que propriamente em trabalhar. Se cabe ao jornalista a dura obrigação de estar sempre “por dentro de tudo que acontece no mundo”, de pesquisar e achar respostas e soluções para problemas que talvez nem os peça, de desenvolver a habilidade de enxergar coisas onde ninguém mais vê, além de saber transmitir tudo isso com clareza e precisão, o peso desses deveres para um estudante é ainda maior em razão dos demais compromissos e da “irremuneração” que o caracteriza. Eu particularmente tenho uma sincera hipótese sobre a psicologia reversa existente desde a educação pré-escolar até os confins da Universidade, através da qual, invariável e definitivamente contra nossa natureza, ansiamos por trabalhar; mas isso é uma outra história...

O fato é que, um certo dia, precisamente no dia 12 de dezembro do ano passado, deu-me na telha escrever sobre todos os assuntos prementes que envolviam especialmente o futebol brasileiro, mais um punhado de três dicas de reportagem. As mãos se contorciam freneticamente sobre o teclado, buscando apreender toda idéia que teimava em se mostrar fugidia. Um e outro desses posts eu cheguei a completar, talvez com algumas edições em dias posteriores. A maioria das mensagens ficou com alguns parágrafos incompletos, e alguns ainda não passaram de uma frase ou do próprio título como deixa para um desenvolvimento posterior. Escrevi mais um post novo três dias depois; e em mais dois, novamente outro, somando doze textos acumulados no rol de postagens. Estava contente de ter sido tão produtivo e de levantar o que poderia ser até 80% do volume de material (não necessariamente dos assuntos) a ser publicado na pré-temporada! Eu não quis postar múltiplas mensagens num só dia (o famigerado 12/12), então resolvi esperar alguns dias para publicá-las a conta-gotas.

No entanto, férias são férias; e vosso malemolente blogueiro caiu nas graças da benfazeja preguiça, esquecendo completamente de postar algumas das mensagens já completas - que, aliás, poderia programar para serem publicadas cada qual em momento diferente, fui saber depois.... Talvez eu pudesse me justificar com a sempre infalível desculpa das festas de fim-de-ano; porém, antes de tudo, não tenho jeito de mentiroso: reconheço o peso das festividades (assim como a da internet daqui de casa, que de larga só pode se dizer a respeito de nossa paciência), mas não são motivo suficiente para deixar de dar alguns cliques e publicar o que não custaria mais do que poucas ou nenhuma nova vírgula...

Se leite derramado não se chora, posso ao menos fazer menção honrosa e citá-los aqui, como uma homenagem póstuma. Alguns não relacionarei logo abaixo, especialmente as dicas de reportagem, pois ainda são aproveitáveis para outros momentos. Por fim, quem sabe, até possa usar um e outro por ora descartado em uma nova oportunidade... enfim, chega de blá-blá-blá: a seguir, os posts abortados com uma breve descrição do que se pretendia que fossem.

2008.12.17 - Ninguém tem olhos para o Mundial...
Neste post completo, uma breve passagem pelos resultados dos jogos preliminares do Mundial Interclubes, no Japão. Falávamos principalmente sobre a indiferença que se percebia aqui no Brasil quanto ao torneio; afinal, quem seria a LDU para fazer páreo aos Diabos Vermelhos como outrora fizeram Santos, Flamengo, Grêmio, Corinthians, São Paulo, Internacional...

2008.12.15 - O Flamengo precisa acertar "o Cuca"
Aproveitando o oportuno trocadilho (entre “Acertar o Cuca” e “Acertar a Cuca”), a matéria dava conta de um rápido levantamento acerca dos sucessos e fracassos dos últimos trabalhos realizados pelo técnico e pelo clube, prognosticando as chances dessa parceria dar certo.

2008.12.12 - O Flamengo em 2008: de Bacantes e Apolíneos
Bacantes eram os jogadores, que só ensaiavam espetáculos individuais e coletivos no campo e, fora dele, mais de uma vez se envolveram em. Bacante era a torcida, eufórica: lembremos do grito “Que torcida é essa?”. Baco era Joel Santana, o deus do delírio e da embriaguez a trazer a tiracolo seu herói folclórico: Obina! Nesse contexto, após uma súbita e frustrante interrupção - como é todo fim de bacanal – chegaria um apolíneo Caio Júnior, que fez até muito mais do que se esperava, mas não “casou” com o Flamengo. O texto estava completo.

2008.12.12 - 2008 - Sobre sonhos e contratações
Discutia as principais contratações envolvendo o futebol brasileiro: seja pela lista de “reforços” dos clubes, seja pela venda dos jogadores do país. Entre estes, destaques para Ronaldo e Thiago Silva; sobre os clubes, uma crítica aberta ao comando palmeirense, que desmontou e montou mais de um time inteiro como se do dia pra noite. Àquela altura não acreditava que poderia dar certo...

2008.12.12 - 2009 - Quem chega forte em 2009
Fazia avaliações sobre os principais elencos do Brasil no fim do ano, fazendo projeções a partir do que apresentavam de bom futebol, contratações, competições etc. Indo ao que interessa, mantenho minhas apostas, talvez adicionando o Palmeiras (caso a discutir): Internacional, Corinthians, Fluminense e São Paulo. Grêmio, Cruzeiro e Palmeiras “correriam por fora” por conta da disputa da Libertadores e mereciam breve menção.

2008.12.12 - Caio Júnior: ainda buscando seu caminho...
Quinto lugar do Brasileirão com o Flamengo em 2008. Quinto com o Palmeiras em 2007. Quinto até com o Paraná, em 2006, quando o jovem treinador foi projetado pela classificação do clube para a Libertadores (naquele ano, o São Paulo abriria uma vaga adicional ao ser campeão da taça nacional na edição corrente e da continental no ano anterior). Caio Júnior precisa de um resultado de afirmação, como Celso Roth pareceu ter ensaiado em 2008. Talvez aquele estágio no Oriente Médio tivesse sido mais proveitoso, mas propostas do mundo árabe não faltarão...

2008.12.12 - Luxa: ele não é mais o mesmo...
Luxemburgo, que já foi herói da Academia com o ataque de 102 gols, chegou a ser agredido por uma facção de torcida organizada, num aeroporto de São Paulo. Mas eram os resultados que diziam: Vanderlei já não era mais o mesmo. Não ameaçara levar o Brasileirão por mais do que duas rodadas no meio do campeonato. Não fora campeão desde então (a não ser de um Paulista) e nem metia mais medo em ninguém desde que voltara do Real Madrid como (dizem as más línguas) um fracassado. Não se sabe se foi a sua “Escola de Futebol” (o Instituto Wanderlei Luxemburgo, IWL), suas associações obscuras com empresários e cartolas, ou se, simplesmente, ele perdeu a mão. A situação parece diferente hoje, mas ainda há pontos a esclarecer (um texto com as previsões sobre Luxemburgo e Palmeiras deverá ser publicado em breve).

2008.12.12 - De como Ronaldo foi parar no Corinthians
Nenhum clube brasileiro tem saldo suficiente para custear os salários do Fenômeno: isso é fato! A despeito de toda a indignação que alguns flamenguistas (e jornalistas!) nutriram pelo centroavante, é bem possível que este não tivesse muita escolha senão dar adeus à Gávea. Então, o mote do post girava em torno de seu patrocinador vitalício, a Nike, que certamente não teria interesse de entregar seu maior capital no futebol sulamericano a uma concorrente (o Flamengo rompera com ela recentemente e fechou com a Olympikus). Provavelmente custeando o seu salário, a fornecedora logo tratou de encaminhar Ronaldo para o clube com a segunda maior torcida do Brasil, o Corinthians, no que pode ser considerado o grande acontecimento na História do marketing esportivo brasileiro.